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Variantes da Covid-19: a pandemia ainda existe, e os cuidados também

5 de janeiro de 2022

Enfrentar a pandemia da Covid-19 foi e ainda está sendo o maior desafio para a humanidade. Foram várias vidas perdidas, apesar de muitas medidas rígidas terem sido tomadas por muitos países. 

Em alguns lugares, a diminuição de casos ocorreu de forma mais rápida; já em outros, houve mais demora, tendo em vista a não rigidez em relação às medidas restritivas. 

Sendo assim, o vírus foi ganhando força, e novas variantes foram aparecendo em vários países, algumas mais preocupantes que outras, porém, todas chamando a atenção de diversos órgãos e autoridades pelo mundo. 

Como se forma uma variante da Covid-19? 

Primeiramente, é interessante saber que não só o coronavírus, mas também todos os outros vírus existentes no planeta podem sofrer processos de transformação. 

O coronavírus, cientificamente nomeado de Sars-CoV-2, tem suas características próprias e armazena várias informações sobre elas. Ao entrar no corpo de uma pessoa, passa por um processo de replicação viral, ou seja, reprodução do vírus dentro de um organismo vivo, e é exatamente nesse momento que ele sofre mutações, nas quais algumas características são descartadas, e outras são mantidas para as próximas gerações do vírus. 

Como se sabe que uma variante é preocupante? 

Como o fato de haver muitas mutações é algo extremamente normal, segundo especialistas, nem todas essas transformações são preocupantes. 

Apesar disso, o vírus possui uma proteína chamada Proteína S, e esta, quando modificada pela mutação, ganha uma nova estrutura, e pode ser muito mais transmissível e perigosa, chamando, assim, a atenção de todos, e criando alertas para a nova variante. 

Quais são as variantes mais conhecidas e quais são os seus sintomas? 

  • Variante Delta

É uma variante que surgiu no Reino Unido, e que se expandiu de forma muito rápida pelo mundo, por isso provocou enormes preocupações em diversos países. 

A preocupação foi gerada, principalmente, devido à alta taxa de transmissibilidade. Segundo a Fiocruz, uma pessoa contaminada com o coronavírus consegue contaminar mais três, já com a variante Delta, a contaminação é o dobro disso. 

Com relação aos sintomas, não são muito diferentes do vírus inicial, porém, obviamente, outros foram vistos como principais. São eles: coriza, tosse seca, dor de garganta, falta de apetite, vômitos, obstrução nasal, dor abdominal e outros parecidos com a variante inicial, como falta de ar. 

  • Variante Gama

É considerada brasileira, tendo em vista que foi descoberta no Brasil. É muito transmissível, mas ainda assim não é a maior de todas.

Pesquisas apontaram que, em março de 2021, os casos mais graves de Covid-19 ocorreram devido à nova variante Gama, com aumento expressivo de mortes. 

Seus sintomas lembram os de uma gripe mais forte: dor de cabeça, dor de garganta, coriza e febre. 

  • Variante Beta 

A variante Beta teve origem na África do Sul e, felizmente, foi a que menos gerou altas taxas de transmissão. Apesar dessa vantagem, algumas infecções conseguiram quebrar os anticorpos e todas as proteções contra o vírus, mesmo em pessoas vacinadas.

Segundo o especialista Pollard, essa nova variante deixa dúvidas quanto à imunidade oferecida pela vacina, uma vez que passa por cima dos anticorpos e ataca o sistema, como se aquela pessoa não tivesse sido vacinada. 

Os sintomas podem variar de acordo com o sistema da pessoa infectada. Entretanto, a dificuldade para respirar, a tosse, a febre, a perda de olfato e paladar ainda permanecem como principais sinais de que o indivíduo está com o vírus. 

  • Variante Alfa 

A variante Alfa foi detectada, primeiramente, na Inglaterra, e apresentou altas taxas de transmissão. 

Por possuir uma grande capacidade de replicação, tornou-se bem preocupante para todos os países, mas, ainda assim, não era forte o suficiente para quebrar as barreiras de proteção dos organismos que infectavam. 

Os sintomas continuaram sendo os mesmos desde o início da pandemia: tosse, febre, falta de ar; entretanto, alguns infectados relataram que sentiram náuseas, dores de garganta e até conjuntivite

  • Variante Ômicron

A mais recente variante foi primeiramente detectada na África do Sul, através de uma amostra coletada. Com essa descoberta, países da Europa começaram a identificar a sequência desse genoma em várias amostras de testes. 

De acordo com a OMS, a variante Ômicron poderia ser mais transmissível do que as outras, mas essa informação ainda está sendo alvo de grandes estudos.

Os sintomas desta nova variante diferem um pouco das demais. Dores musculares, coceira na garganta ou garganta arranhando e cansaço foram as manifestações mais apresentadas por pacientes infectados pela nova ômicron. 

Quais cuidados ainda deve-se tomar? 

Pfizer, Moderna, Corona Vac Janssen e AstraZeneca são vacinas criadas com o intuito de impedir que a Covid-19 se manifeste de forma grave no infectado. Entretanto, como nem toda a população mundial ainda recebeu as doses da vacina, muitos ainda continuam vulneráveis, pois o vírus e suas variantes ainda continuam circulando pelo mundo. 

A pandemia ainda existe, uma vez que a cada dia que passa novas variantes vão surgindo. Além da vacina, que tal relembrar algumas outras medidas que ainda devem ser tomadas para que se evite a disseminação deste vírus? Confira abaixo: 

  • Evitar aglomerações: ainda que as taxas de infecção e mortalidade pelo vírus devido à descoberta da vacina tenham sido bem baixas, é necessário ainda manter os cuidados, evitando aglomerações, pois as variantes ainda existem e podem infectar;
  • Usar máscaras: muito se ouvia que, ao tomarem as vacinas, as pessoas estariam ‘livres’ das máscaras, porém, com o surgimento de novas variantes, essa ideia foi descartada, tendo em vista que a máscara protege contra a disseminação de gotículas que contêm vírus;
  • Higienizar as mãos: manter a higiene das mãos com água, sabão/sabonete ou álcool é também uma medida muito válida para evitar a infecção pela covid-19;
  • Manter distanciamento: foi uma das primeiras medidas, e ainda é eficaz, pois manter distância de, pelo menos, 02 metros de uma pessoa, evita que o vírus passe de um infectado para o que não está doente. 

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